Vou fazer marchinha
Já quis ser militar
Bem longe do mar
Ser mais um pracinha.
Preferi fazer riminha
No aparelho de computar
Fora ou dentro do lar
Falar dessa vidinha.
Alegrias e tristezas
Brincadeiras e obrigações.
Já fiquei embreagado
Já fui escravizado
Por algumas paixões
Hoje me sinto aliviado.
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segunda-feira, 13 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Questão de Vida
Sou destinado a nada
Sou desgarrado de tudo.
Absorvo tudo com canudo
Pois minha vida é parada.
Chame aquela, a mais danada
Capaz de me deixar todo mudo.
Sinto-me completamente desnudo
Na vida que me foi dada.
Sejamos sensatos, ou não
Sejamos todos crentes
Sendo ateu ou cristão
Que a vida, segue e não mente
Nesta ou em outra encarnação
Somos nada, fora da nossa mente.
Sou desgarrado de tudo.
Absorvo tudo com canudo
Pois minha vida é parada.
Chame aquela, a mais danada
Capaz de me deixar todo mudo.
Sinto-me completamente desnudo
Na vida que me foi dada.
Sejamos sensatos, ou não
Sejamos todos crentes
Sendo ateu ou cristão
Que a vida, segue e não mente
Nesta ou em outra encarnação
Somos nada, fora da nossa mente.
sábado, 15 de março de 2008
Histórias e escolhas da vida
Natural ou retirado
Concebido ou adotado
Modos de nascer
Ileso ou machucado
Sozinho ou amado
Coração aquercer
Entre o doce e o salgado
Entre o certo e o errado
É justo escolher
Bondoso ou malvado
Pacifista ou soldado
Como quer aparecer?
Atrás do achado
Procura o ser alado
Sem saber
Na vida ocupado
Vive apertado
Pensativo enquanto viver
Muda o passado
Esquece o fardo
É a ilusão do ser
Superar o inesperado
Mudando de lado
Conseguir vencer.
Concebido ou adotado
Modos de nascer
Ileso ou machucado
Sozinho ou amado
Coração aquercer
Entre o doce e o salgado
Entre o certo e o errado
É justo escolher
Bondoso ou malvado
Pacifista ou soldado
Como quer aparecer?
Atrás do achado
Procura o ser alado
Sem saber
Na vida ocupado
Vive apertado
Pensativo enquanto viver
Muda o passado
Esquece o fardo
É a ilusão do ser
Superar o inesperado
Mudando de lado
Conseguir vencer.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Vinte e um da vida
Corra, corra, sem olhar para trás
Procure não falhar.
Ela o persegue, cada vez mais
Nunca pense em parar,
Mas não adianta fugir
Vai tentá-la enganar,
Vai tentar mentir.
Esteja a andar
Mantendo a mente aberta.
Procure não se precipitar,
Mas uma coisa é certa.
Vai precisar fingir.
Mantenha-se alerta,
Para poder sentir
A opção a ser escolhida
O caminho a seguir.
Durante a vida,
Mesmo que tarde.
Quando perceber a sua sorte,
Mesmo que a passagem arde,
Estará no braço da morte.
Procure não falhar.
Ela o persegue, cada vez mais
Nunca pense em parar,
Mas não adianta fugir
Vai tentá-la enganar,
Vai tentar mentir.
Esteja a andar
Mantendo a mente aberta.
Procure não se precipitar,
Mas uma coisa é certa.
Vai precisar fingir.
Mantenha-se alerta,
Para poder sentir
A opção a ser escolhida
O caminho a seguir.
Durante a vida,
Mesmo que tarde.
Quando perceber a sua sorte,
Mesmo que a passagem arde,
Estará no braço da morte.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Um paradoxo
No leito de sono, de morte
Lembranças sonhadas, outras vividas
Situações odiadas, outras queridas
Tiveram a sua própria sorte.
Manter mente e corpo forte
Em situações não resolvidas
Para não ter dores, nem feridas
Na pele e no córtex, um corte.
Não há lugar seguro
Onde podemos nos esconder
Seja no claro ou no escuro.
Temos que enfrentar, conhecer
O mundo, o quê procuro
É assim, que devemos viver.
Lembranças sonhadas, outras vividas
Situações odiadas, outras queridas
Tiveram a sua própria sorte.
Manter mente e corpo forte
Em situações não resolvidas
Para não ter dores, nem feridas
Na pele e no córtex, um corte.
Não há lugar seguro
Onde podemos nos esconder
Seja no claro ou no escuro.
Temos que enfrentar, conhecer
O mundo, o quê procuro
É assim, que devemos viver.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Ir Além
Mar da vida, mar de gente
Nesta Terra não sou bem vindo
Por isso dela estou saindo
Correndo da temperatura quente.
Estou cada vez mais descontente
Devido esta sensação de estar caindo.
Vou pular ao céu azul e lindo
O quanto antes, assim, de repente.
Cansado estou desse labor
De estar fixado a Terra
Ás vezes sinto forte dor.
Quando, da vida, esqueço o sabor
Faço como o gado que chora e berra
Porém não esqueço da vida e sua cor.
Nesta Terra não sou bem vindo
Por isso dela estou saindo
Correndo da temperatura quente.
Estou cada vez mais descontente
Devido esta sensação de estar caindo.
Vou pular ao céu azul e lindo
O quanto antes, assim, de repente.
Cansado estou desse labor
De estar fixado a Terra
Ás vezes sinto forte dor.
Quando, da vida, esqueço o sabor
Faço como o gado que chora e berra
Porém não esqueço da vida e sua cor.
Saboreando a Vida
Se tens fome, vá a terra
Se és fraco, vá a força
Se és medroso, vá a guerra
Se és invencível, vá a fossa
Se és baixo, vá a serra
Se és egoísta, vá a nossa
Se és bondoso, vá e ferra
Se és inconseqüente, vá e meça
Se morreres, vá e diga o viu
Se em vida, não saboreou
É culpa daquele que não viveu.
Se és fraco, vá a força
Se és medroso, vá a guerra
Se és invencível, vá a fossa
Se és baixo, vá a serra
Se és egoísta, vá a nossa
Se és bondoso, vá e ferra
Se és inconseqüente, vá e meça
Se morreres, vá e diga o viu
Se em vida, não saboreou
É culpa daquele que não viveu.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Minha Condução
Não aguento mais essa situação
De chegar todo suado do azulão
Desço sempre triste e amarrotado
Culpa desse ônibus lotado.
Passo 30 minutos em pé esperando
E as vezes, ele acaba não parando.
Tá tão lotado que ele me esquece
Só pára quando alguém desce.
É uma tremenda confusão
Não posso nem tirar meu pé do chão
Não consigo lugar para me segurar
Pois não tem mais lugar para, a mão, colocar.
Para quê pago a condução?
Se não me dão apenas uma opção.
O azulão termino pegando
Porque não existe outro, na minha linha, passando.
Mas nem sempre consigo chegar,
Pois quando está muito lotado ele resolve não parar.
Oh! Situação do inferno!
Por isso, com a van eu alterno.
Agora, pretendo perguntar
Que alternativa é essa inventaram de criar?
Como é que criam esse transporte alternativo
Se ninguém tem lugar cativo.
Quase não existe onde sentar
Muito menos ferro para se segurar.
É queda na certa,
Ainda mais quando a porta está aberta.
Esse é o meu transporte coletivo
Feito de ônibus e alternativo
Não importa em qual eu vou chegar
Eles irão me decepcionar.
De chegar todo suado do azulão
Desço sempre triste e amarrotado
Culpa desse ônibus lotado.
Passo 30 minutos em pé esperando
E as vezes, ele acaba não parando.
Tá tão lotado que ele me esquece
Só pára quando alguém desce.
É uma tremenda confusão
Não posso nem tirar meu pé do chão
Não consigo lugar para me segurar
Pois não tem mais lugar para, a mão, colocar.
Para quê pago a condução?
Se não me dão apenas uma opção.
O azulão termino pegando
Porque não existe outro, na minha linha, passando.
Mas nem sempre consigo chegar,
Pois quando está muito lotado ele resolve não parar.
Oh! Situação do inferno!
Por isso, com a van eu alterno.
Agora, pretendo perguntar
Que alternativa é essa inventaram de criar?
Como é que criam esse transporte alternativo
Se ninguém tem lugar cativo.
Quase não existe onde sentar
Muito menos ferro para se segurar.
É queda na certa,
Ainda mais quando a porta está aberta.
Esse é o meu transporte coletivo
Feito de ônibus e alternativo
Não importa em qual eu vou chegar
Eles irão me decepcionar.
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