Pelos olhos cor de mel
Estou a me apaixonar.
Mais lindo sorriso não há
Capaz de me levar ao céu.
Existe mulher dos sonhos?
Posso até me enganar
Ao querer ir ao altar
Enaltecer os olhos castanhos.
Será realidade ou ilusão?
Na terra há flores
No céu existe a imensidão
Deixo-me levar por amores
Fruto de uma paixão
Encho meu mundo de cores.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Ave caída
Sigo meio perdido
Sem dinheiro, sem amor
Sem dúvida, sem dor
Buscando um sentido.
Rasgo o livro lido
Não acredito no salvador
Livre como um condor
Sou mais um anjo caído.
Além do céu e da terra
Nadar é necessário
Para manter a sobrevivência.
Um dia a vida nos ferra
Mas Participar de cada cenário
É aprender com a vivência.
Sem dinheiro, sem amor
Sem dúvida, sem dor
Buscando um sentido.
Rasgo o livro lido
Não acredito no salvador
Livre como um condor
Sou mais um anjo caído.
Além do céu e da terra
Nadar é necessário
Para manter a sobrevivência.
Um dia a vida nos ferra
Mas Participar de cada cenário
É aprender com a vivência.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Amor leve como ar
Pequeno amor
Posso carregar.
Leve como ar,
Levo onde for.
Cheio de cor.
Posso amar,
O meu par
Ausência de dor.
Sinto utopia
Algo sintomático.
Essa é a história
Do campo semântico.
Dona dessa magia
Do eu romântico.
Posso carregar.
Leve como ar,
Levo onde for.
Cheio de cor.
Posso amar,
O meu par
Ausência de dor.
Sinto utopia
Algo sintomático.
Essa é a história
Do campo semântico.
Dona dessa magia
Do eu romântico.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Mar de decepções
No mar de decepções
Baús cheios de desamores
Perdem-se os valores
Dentro das embarcações.
São tantas as condições
São tantos os interiores
Carregados de temores
Das próximas personificações.
Será certo ou errado?
Minha nau estacionada
Num lugar sossegado
Uma resposta, uma parada
Marinheiro desencantado
Não espera mais nada.
Baús cheios de desamores
Perdem-se os valores
Dentro das embarcações.
São tantas as condições
São tantos os interiores
Carregados de temores
Das próximas personificações.
Será certo ou errado?
Minha nau estacionada
Num lugar sossegado
Uma resposta, uma parada
Marinheiro desencantado
Não espera mais nada.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Com amigos no bar
Existe uma maré
A pior que Há
Vamos ao bar
Esquecer da caê.
Culpam a mulher
Pelo ser e estar
Por ir ao lugar
Desabafar e beber.
Dizem o que acontece
O que já aconteceu
E suas esperanças.
Outro dia, amanhece
E o passado seu
Transforma-se em lembranças.
A pior que Há
Vamos ao bar
Esquecer da caê.
Culpam a mulher
Pelo ser e estar
Por ir ao lugar
Desabafar e beber.
Dizem o que acontece
O que já aconteceu
E suas esperanças.
Outro dia, amanhece
E o passado seu
Transforma-se em lembranças.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Aquilo que persegue
Pregado na sola
Do sapato preto
Pequeno espeto
Afiado que cola.
Anda, ele amola
Forte como concreto
Corpo todo reto
Vida muito tola.
Figuram na história
Alguns, outros nem tanto
Apenas alguns, enfim
Compõem a escória
Donos de nojento encanto,
Querem algo de mim.
Do sapato preto
Pequeno espeto
Afiado que cola.
Anda, ele amola
Forte como concreto
Corpo todo reto
Vida muito tola.
Figuram na história
Alguns, outros nem tanto
Apenas alguns, enfim
Compõem a escória
Donos de nojento encanto,
Querem algo de mim.
Nota do final de semana
Um dia de classe
Vestido como rei.
Será? Sim ou não, irei?
Não vou deixar que passe.
Assinar:
Postagens (Atom)