Entre tropas e cidadãos
Vou seguir, lutar
Se preciso me armar
Salvar a pátria com as mãos.
Todos nós somos irmãos
Deveríamos nos amar
Fortuna pode encantar
Trazer a destruição.
Devo efetuar um resgate
Do povo, da pátria
Tenha essa certeza.
Derrotar qualquer biscate
De todos esses párias
Essa é a minha fortaleza.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Senhor da Guerra
Sou o senhor da Guerra
Promovo destruição e dor
Contra a paz e o amor
No planeta Terra.
Na planície, na serra
Serei o promotor
Do dilúvio, do horror
O que mata e não enterra.
Chamem-me de injusto
Chamem-me de bandido
Chamem-me de anti-cristo.
Não seja mais um iludido
Que acredita na paz do justo
Senão, serás mais um perdido.
Promovo destruição e dor
Contra a paz e o amor
No planeta Terra.
Na planície, na serra
Serei o promotor
Do dilúvio, do horror
O que mata e não enterra.
Chamem-me de injusto
Chamem-me de bandido
Chamem-me de anti-cristo.
Não seja mais um iludido
Que acredita na paz do justo
Senão, serás mais um perdido.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Mundo mudado, deste e daquele lado
Olhava aquela janela...
Via algo, sim, não, talvez.
Lembro da cor amarela.
Foi você quem fez?
Isso mesmo, fora ela.
Naveguei, parei, em Suez.
Paz, guerra, sentinela.
Era minha vez?
Agora vejo da lapela!
Aquele tabuleiro de xadrez.
Lembro da jogada dela.
Escapava todo mês.
Ficou seqüela?
Diga-me vocês.
Sim, isso, apela.
Conte até três.
Pode sujar, bagunçar. Mela!
Não entendo, é japonês?
Digo sim, farei dela...
Rainha do rei escocês.
Que não precisa deste fela.
Via algo, sim, não, talvez.
Lembro da cor amarela.
Foi você quem fez?
Isso mesmo, fora ela.
Naveguei, parei, em Suez.
Paz, guerra, sentinela.
Era minha vez?
Agora vejo da lapela!
Aquele tabuleiro de xadrez.
Lembro da jogada dela.
Escapava todo mês.
Ficou seqüela?
Diga-me vocês.
Sim, isso, apela.
Conte até três.
Pode sujar, bagunçar. Mela!
Não entendo, é japonês?
Digo sim, farei dela...
Rainha do rei escocês.
Que não precisa deste fela.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Guerreiro Cruzado
Tem dias que vou a caça;
Fazer a minha própria guerra.
Seja na planície ou na serra;
Vou quebrar crânios com a maça.
Se tens que guerrear, vá e faça,
Pois a vida, um dia vem e te ferra.
Essa é a realidade que asola a Terra.
Ao perdedor, pertence o sangue na taça.
Com a cruz vermelha no peito
Provocarei o terror,
Enquanto fico com a paz do leito.
É culpa do homem o sentimeto da dor
E através de seus feitos,
A Terra deixou de ser flor.
Fazer a minha própria guerra.
Seja na planície ou na serra;
Vou quebrar crânios com a maça.
Se tens que guerrear, vá e faça,
Pois a vida, um dia vem e te ferra.
Essa é a realidade que asola a Terra.
Ao perdedor, pertence o sangue na taça.
Com a cruz vermelha no peito
Provocarei o terror,
Enquanto fico com a paz do leito.
É culpa do homem o sentimeto da dor
E através de seus feitos,
A Terra deixou de ser flor.
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