Mar da vida, mar de gente
Nesta Terra não sou bem vindo
Por isso dela estou saindo
Correndo da temperatura quente.
Estou cada vez mais descontente
Devido esta sensação de estar caindo.
Vou pular ao céu azul e lindo
O quanto antes, assim, de repente.
Cansado estou desse labor
De estar fixado a Terra
Ás vezes sinto forte dor.
Quando, da vida, esqueço o sabor
Faço como o gado que chora e berra
Porém não esqueço da vida e sua cor.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Não mais do mesmo
Se quisesse aquele mesmo gosto
Aquela mesma mão
Aquela mesma sensação
Continuaria a vir teu rosto.
Procuraria pelo teu encosto,
Pois importava-me quando dizias não
Agora, não quero tua opinião
Abandonaras aquele que fora teu posto.
Estou em busca de outra pairagem
Seja por desejo ou vontade,
Mesmo que seja, apenas, uma miragem.
Chame de vaidade
Chame de libertinagem
O quê procuro, apenas, é cumplicidade.
Aquela mesma mão
Aquela mesma sensação
Continuaria a vir teu rosto.
Procuraria pelo teu encosto,
Pois importava-me quando dizias não
Agora, não quero tua opinião
Abandonaras aquele que fora teu posto.
Estou em busca de outra pairagem
Seja por desejo ou vontade,
Mesmo que seja, apenas, uma miragem.
Chame de vaidade
Chame de libertinagem
O quê procuro, apenas, é cumplicidade.
Saboreando a Vida
Se tens fome, vá a terra
Se és fraco, vá a força
Se és medroso, vá a guerra
Se és invencível, vá a fossa
Se és baixo, vá a serra
Se és egoísta, vá a nossa
Se és bondoso, vá e ferra
Se és inconseqüente, vá e meça
Se morreres, vá e diga o viu
Se em vida, não saboreou
É culpa daquele que não viveu.
Se és fraco, vá a força
Se és medroso, vá a guerra
Se és invencível, vá a fossa
Se és baixo, vá a serra
Se és egoísta, vá a nossa
Se és bondoso, vá e ferra
Se és inconseqüente, vá e meça
Se morreres, vá e diga o viu
Se em vida, não saboreou
É culpa daquele que não viveu.
Guerreiro Cruzado
Tem dias que vou a caça;
Fazer a minha própria guerra.
Seja na planície ou na serra;
Vou quebrar crânios com a maça.
Se tens que guerrear, vá e faça,
Pois a vida, um dia vem e te ferra.
Essa é a realidade que asola a Terra.
Ao perdedor, pertence o sangue na taça.
Com a cruz vermelha no peito
Provocarei o terror,
Enquanto fico com a paz do leito.
É culpa do homem o sentimeto da dor
E através de seus feitos,
A Terra deixou de ser flor.
Fazer a minha própria guerra.
Seja na planície ou na serra;
Vou quebrar crânios com a maça.
Se tens que guerrear, vá e faça,
Pois a vida, um dia vem e te ferra.
Essa é a realidade que asola a Terra.
Ao perdedor, pertence o sangue na taça.
Com a cruz vermelha no peito
Provocarei o terror,
Enquanto fico com a paz do leito.
É culpa do homem o sentimeto da dor
E através de seus feitos,
A Terra deixou de ser flor.
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Minha Condução
Não aguento mais essa situação
De chegar todo suado do azulão
Desço sempre triste e amarrotado
Culpa desse ônibus lotado.
Passo 30 minutos em pé esperando
E as vezes, ele acaba não parando.
Tá tão lotado que ele me esquece
Só pára quando alguém desce.
É uma tremenda confusão
Não posso nem tirar meu pé do chão
Não consigo lugar para me segurar
Pois não tem mais lugar para, a mão, colocar.
Para quê pago a condução?
Se não me dão apenas uma opção.
O azulão termino pegando
Porque não existe outro, na minha linha, passando.
Mas nem sempre consigo chegar,
Pois quando está muito lotado ele resolve não parar.
Oh! Situação do inferno!
Por isso, com a van eu alterno.
Agora, pretendo perguntar
Que alternativa é essa inventaram de criar?
Como é que criam esse transporte alternativo
Se ninguém tem lugar cativo.
Quase não existe onde sentar
Muito menos ferro para se segurar.
É queda na certa,
Ainda mais quando a porta está aberta.
Esse é o meu transporte coletivo
Feito de ônibus e alternativo
Não importa em qual eu vou chegar
Eles irão me decepcionar.
De chegar todo suado do azulão
Desço sempre triste e amarrotado
Culpa desse ônibus lotado.
Passo 30 minutos em pé esperando
E as vezes, ele acaba não parando.
Tá tão lotado que ele me esquece
Só pára quando alguém desce.
É uma tremenda confusão
Não posso nem tirar meu pé do chão
Não consigo lugar para me segurar
Pois não tem mais lugar para, a mão, colocar.
Para quê pago a condução?
Se não me dão apenas uma opção.
O azulão termino pegando
Porque não existe outro, na minha linha, passando.
Mas nem sempre consigo chegar,
Pois quando está muito lotado ele resolve não parar.
Oh! Situação do inferno!
Por isso, com a van eu alterno.
Agora, pretendo perguntar
Que alternativa é essa inventaram de criar?
Como é que criam esse transporte alternativo
Se ninguém tem lugar cativo.
Quase não existe onde sentar
Muito menos ferro para se segurar.
É queda na certa,
Ainda mais quando a porta está aberta.
Esse é o meu transporte coletivo
Feito de ônibus e alternativo
Não importa em qual eu vou chegar
Eles irão me decepcionar.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Quando comecei a falar
Nem todos os dias são iguais
Uns felizes, outros infelizmente.
Coisas de indivíduo sapiente
Ao relembrar da vida e seus anais.
Dizia que não faria isso, jamais.
Me pego fazendo sempre, atualmente.
Está enraizado aqui na mente
Me livrar disso, nunca mais.
Atrevo-me, agora, a falar na certeza
Pois perdi muito, talvez tudo
Desde que abandonei a pureza.
Divertia-me com minha destreza
De fingir-me ser apenas um mudo
Como era divertido, uma beleza.
Uns felizes, outros infelizmente.
Coisas de indivíduo sapiente
Ao relembrar da vida e seus anais.
Dizia que não faria isso, jamais.
Me pego fazendo sempre, atualmente.
Está enraizado aqui na mente
Me livrar disso, nunca mais.
Atrevo-me, agora, a falar na certeza
Pois perdi muito, talvez tudo
Desde que abandonei a pureza.
Divertia-me com minha destreza
De fingir-me ser apenas um mudo
Como era divertido, uma beleza.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Esperar sentado
Quero mais que tudo exploda
Chega de ouvir todos reclamando
Chega de ouvir alguém chorando
Vou sentar e tomar uma soda.
Não ligo mais se querem brigar,
Discutir política ou movimento social
Saí dessa, não quero ser o sujeito ideal
Quero apenas parar e sentar.
O mundo é habitado por 6 bilhões
Não sou herói, muito menos salvador
Nem mato a fome, muito menos curo a dor.
Por isso, não me venham com seus sermões.
Parei de correr atrás da vida,
Se ela quiser algo de mim, que venha
Pode furar a fila, sem senha
Afinal, ainda é querida.
Chega de ouvir todos reclamando
Chega de ouvir alguém chorando
Vou sentar e tomar uma soda.
Não ligo mais se querem brigar,
Discutir política ou movimento social
Saí dessa, não quero ser o sujeito ideal
Quero apenas parar e sentar.
O mundo é habitado por 6 bilhões
Não sou herói, muito menos salvador
Nem mato a fome, muito menos curo a dor.
Por isso, não me venham com seus sermões.
Parei de correr atrás da vida,
Se ela quiser algo de mim, que venha
Pode furar a fila, sem senha
Afinal, ainda é querida.
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